"Dizem que não se perde o que nunca se teve, porém, como é doloroso saber que nunca se fez parte da vida, dos sonhos, dos planos de alguém que considerávamos tão presentes..."
Arte e cultura de Cachoeiro; Crônicas, poesias, artigos. Literatura e Cultura local.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Reflexões para uma manhã de domingo II
"Dizem que não se perde o que nunca se teve, porém, como é doloroso saber que nunca se fez parte da vida, dos sonhos, dos planos de alguém que considerávamos tão presentes..."
sábado, 21 de janeiro de 2012
agenda cultural
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Família
para que se possa dar valor ao que se foi, a cada componente. Tantos , no entanto, se deixam abalar e acabam por desestruturar os que estão de firmados.
Quando baseada no respeito, valores éticos, morais e religiosos, mesmo distantes,seus componentes cultivam sementes de amor
são capazes de alimentar e acalentar a saudade, na menor lembrança, momentos únicos à cada família.
Os desententimentos, as vezes, surgem,
são pessoas singulares que, desde cedo, precisam aprender a
dividir
compartilhar
sofrer e sorrir.
No núcleo familiar o estágio inicial para se viver na grande família no qual se encontra inserido o homem: a sociedade.
Se a família adoece, toda ela sofre, pois assim como os ramos precisam do tronco
e este da raiz e este da terra, a sociedade necessita de elementos sadios, seguros de si
dos papéis a serem desempenhados no grande palco da vida.
Família
é projeto de Deus.
Já orou por seus filhos, hoje?
Já disse a cada um, o quanto lhes são importantes, os ama?
Seja em que tempo for, plantio ou colheita
a melhor forma de se garantir
a felicidade e união é semeando
Janeiro/2012
veronica_eugenio@blogspot.com
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Não quero ter razão, quero ser feliz!
Embora sendo amante da literatura, foi no programa da Ana Maria Braga em que tive oportunidade de ouvir o pensamento que dá título a esta breve reflexão. Desde o primeiro momento, bateu-me uma enorme vontade de ser feliz, de adotar como lema de vida, comportamento capaz de evitar os tão comuns conflitos causados pelo excesso de razão.
Não sei se devido a idade, o adquirir experiências, a verdade é que necessito urgentemente não me incomodar mais com pessoas que adoram ter razão em tudo, um verdadeiros frascos de saber, quando sempre se tem que prevalecer a opinião delas, mesmo erradas, claro.
Em 2011, cheguei a procurar um psicólogo, para saber, lógico, como reagir diante de tais pessoas, sim, porque, se o problema for comigo? Alguém deve sempre ter razão, existe a verdade, verdadeira? Está certo que existem os padrões, as vias de regras, mas o que fazer quando se convive com alguém que não admite erros, que nunca admite ter errado, considera-se filósofo do mundo, autodidata, ser infalível, que sempre acha um culpado para os erros próprios, assumindo somente os acertos e, o pior, ao perceber-se acuado, que o outro está coberto de razão, parte para agressão, conduzindo o outro a remissão dos pecados sob pena, lógico, de agressões verbais, falando coisas que a pessoa não é, só par ter razão?
A frase chegou como água fresca em tarde ensolarada! Eureca! Uma maneira de não mais me punir diante da humilhação que sempre circunda o ser, ao perceber que nunca se acertar o alvo, diante de tais pessoas, e ainda, âncora capaz de manter-me embalada nos braços da paz reconquistada.
Fala, pode falar! Diga o que e como quiser. Acerte, desacerte, construa castelos de palavras tolas, derrube conceitos, faça muro com seus preconceitos. De agora em diante, não vou mais me justificar. Antes mesmo de o conflito começar, ao perceber a nuvenzinha negra que se aponta no horizonte, já terei me despido da tão cruel capa da razão. A exemplo de Gullar, terá que descobrir, por si só, que pode até ter ganho a discussão, mas não terá com quem mais dividir seu teu habitual troféu da soberania real.
domingo, 15 de janeiro de 2012
2012, ano e conquistas
A cidade encontra-se silenciosa, mesmo no decorrer da semana, o que me faz lembrar de uma crônica de Claudia Sabadini, ao descrever a cidade no mês de Janeiro. Na ocasião, não consegui imaginar, hoje, é como se estivesse caminhando pelas entrelinhas.
Por falar nela, a teve, Tv, seja lá como for, um caos a programação, nem todas, certo. Mas coitada de minha filha. Agora entendo porque prefere dormir, ir para casa de amigas, shopping, depois das aulas matinais.( é que minha tv a cabo estava com problemas, agora consertei, claro) Será que a programação é a mesma no decorrer do ano? De tão repetidos alguns programas, as vezes penso que sequer sai do lugar, mudou a data no calendário, e quando vejo, já é sexta-feira, e para alegria minha e de meus gurias e amigos, nos divertimos, ao " remedar" as cenas decoradas no decorrer da semana. Vou poupá-los de citar os programas, porque acredito que bem os sabem.Como ficam os idosos , crianças e adolescentes que necessitam ficar em casa nas tardes semanais e não possuem opções de canais?
Hojé é domingo. A piscina está lotada. Pelo jeito não foi somente eu quem preferiu ficar na cidade natal. Bem que senti falta da minha tradicional caminhada ao fim da tarde na minha amada Itaipava. Madrugada desta acordei com as cortinas do quarto a dançarem, um vento praiano invadiu o ambiente. Ao aproximar da janela, o céu reluzente e, minha nossa, depois de tanta chuva, pude contemplar a lua. Caramba, bateu uma saudade enorme do litoral. Não fosse madrugada pegaria o carro e veria os pescadores lentamente deitarem seus barcos nos braços do mar...
Senti imensa saudades de quando os meninos ainda eram pequenos, de estar junto deles. Embora não estando lá, parte de mim despertou. Sempre acordo com barulho dos barcos, na madrugada, e aproveito para ver os meninos em seus quartos. Chego até à varanda para orar e pedir a Deus que sempre mantenha unida minha família. Quando percebo, estou a cantarolar, assim como o faço lá, cantiga ensinada por minha mãe: "minha jangada vai sair pro mar..."
domingo, 18 de setembro de 2011
fragmentos
http://youtu.be/ADU_NB7nCHk
quinta-feira, 14 de julho de 2011
EDUCAÇÃO
Além de responder aos questionamentos de como e quais são os Direitos Humanos, aponta para o sentido controverso e ainda, a multiplicidade do tema, com ampliação da temática para linhas contrastantes quanto ao posicionamento dos sujeitos sociais, estes, com posturas que vão desde o negligenciamento à negação; ou mesmo, apontando posicionamentos ora negativos, ora relativos; alguns, pautados na falta de conscientização quanto a diversidade ou mesmo firmados nas regras de redução dos direitos, ou mesmo, para a compreensão histórico-crítico
Uma vez que “Sujeitos de direitos não são só os que sabem os direitos dos sujeitos, são, acima de tudo, os que agem multidimensionalmente para promover o ser sujeito de direitos no cotidiano, ( CARBONARI, 2007, p.169-186), na linha de reflexão voltada para a sustentabilidade, participação e justiça, aponta para a necessidade de se formar sujeitos sustentáveis e que promovam a sustentabilidade em sentido mais amplo, privilegiando a formação pautada na justiça e paz, tendo como base para tal a memória e verdades históricas. O que remete ao Pacto Internacional dos Direitos Econônicos, Sociais e Culturais ( PIDESC), aprovado pelas Nações Unidas, em 1966, ratificado em 1999, art 13, citado no texto “Educação
Os desdobramentos didático-pedagógicos, apresentados no texto base, voltam-se para a necessidade de se fundamentar práticas voltadas para a conscientização de educadores, o que remete mais uma vez, as Bases Normativas acima citadas, de Carbonari, mais especificamente ao Plano Nacional de Educação
Certamente, em momento em que sustentabilidade e diversidade tornam-se práticas a serem desenvolvidas e, por ser a o espaço educacional ideal para a se oportunizar a reflexão, visualizar a forma como se apresentam e ocorrem nos espaços internos e externos à realidade educacional, os Direitos Humanos, os textos de Carbonari, contribuem de forma significativa na formação de educadores e educando, quando, em conjunto com LDB, confirma a necessidade de se “ assegurar ao educando, formação comum indispensável para exercício da cidadania. – art 22.
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Por Verônica Eugenio – Aluna do Curso Direitos Humanos – Ne@ad/UFES – EAD - Cachoeiro -habilitação
[1] CARBONARI, Paulo Cesar, doutorando em Filosofia - Unisinos, Mestre
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Quem sou eu
- Verônica
- Sou um ponto Elemento visual real tantas vezes pequeno em relação a um plano maior. Um ponto que penetra espaços vazios de sentimentos emoções. Sozinha Sou apenas um ponto mas que ao aglutinar-me viajo no universos das possibilidades fusão do verbal com o visual na complexa sintaxe da vida.