sábado, 24 de outubro de 2009

Cachoeiro, terra de gente faz acontecer


Para quem não conhece este é o cantor de corinhos e violão, José Verediano .
Veio de Monte Alegre - ES , prestigiar o terceiro dia da Conferência de Cultura de Cachoeiro - C3 .

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Omelete Marginal em Caxu!






Inicio a semana de forma diferente. Meu final de semana foi realmente
m a r a v i l h o s o! Cansativo, mas foi possível desfrutar de momentos ímpares!

Fico pensando o que seria da vida sem a arte, sem àqueles que sonham, transformam seus desejos em sementes que rasgam a terra, desabrocham e ganham espaço, alcançando aquilo que se tem de singular: a alma humana.
Levar meus alunos para participarem das oficinas do Omelete Marginal, vê-los envolvidos nas dinâmicas e, ainda poder contemplar a forma como se desenvolveram além sala de aula: participativos, interessados, alegres, repletos de sonhos! A cada momento deixavam fluir, desabrochar, o que lhes foi dado de melhor pelo Ser Maior: o talento para a vida!

Deixo de presente a cada um de vocês uma leve brisa do que foi estar ali...
E viva a arte de ser e desejar fazer o outro feliz!
depois comento e envio mais fotos!

sábado, 26 de setembro de 2009

Ora tenta pregar-me um susto,
ora acolhe-me em seu colo,
afaga-me a alma.
Intransitável avenida
o labirinto da vida...

Romântica FM




Indicação de programação capaz de preencher o vazio

de quando se vara a noite

em pesquisas

e digitações.

Na verdade,

poder tocar a alma de quem também vive além mar.

Imaginar que existe um outro mundo

além das janelas fechadas

pelo frio que invade a madrugada.

bom poder saber que

que as horas que nos separam são diferentes

que também há sentimento

romantismo

além-mar.

É a vida!

É a vida

cheia de surpresas

e possibilidades;

repleta de perfume

sabores

ritmos.

Algo que faz florir em mim

sentimentos muito parecidos com os de amor...

Coisas da tecnologia


Entre uma pesquisa e outra , o bate-papo com pessoas amigas. Pessoas que realmente podem ser chamadas de amigas. Que não importa tempo, mal- tempo, não nos esquecem, não nos têm apenas como membro de uma lista, não nos escondem de seus familiares, não temem ouvir de nós um lamento por dia ruim, antes nos cumprimentam, nos incentivam se preciso, nos apresentam a seus familiares, nos fazem sentir de casa, mesmo distantes.



Para não deixar que fiquem sem uma palavra amiga, às vezes me atraso, interrompo minhas atividades, deixo de fazer coisas consideradas importantes e descubro que, tão importantes também os são aqueles que me dirigem uma palavra de afeto, saudade, me relatam dores de alma, do corpo, que falam de flores, de música, até mesmo me perguntam sobre as notas das provas dos guris.



Nos poucos momentos que fico on-line, descubro não ser a vida passageira, mas sim, os que comigo seguem nesse imenso vagão, tantas vezes intransponível. São momentos que temos para dividir, conhecer, tantas vezes ajudar a ver a vida com outros olhos e, desperdiçamo , muitas vezes, por falta de tempo, por medo de que o outro passe a fazer parte da rotina, talvez.



Aos poucos , nesta caminhada de vida, tenho descoberto segredos, estes sempre presentes na alma de algum amigo. São enigmas , na verdade, que trazem consigo; São pérolas que passo a levar comigo, cada vez que recebo ou retribuo um breve ou longo olá, dos amigos.



bju em todos!


domingo, 30 de agosto de 2009

Lápis, papel e sensibilidade




Ler e escrever, aprender conteúdos constantes em uma gramática, manusear livros didáticos repletos de conteúdos generalizados. Carteiras , uniformes, professores, conteúdos, provas, trabalhos voltados, no entanto, a um público bastante diferenciado, simples, de mochila pesada e alma suave.

Sonhos.

Não fosse algum professor de olhos e alma incansáveis e os dias de muitos alunos seriam vazios como manhãs de inverno nas altas montanhas. Somente brisa suave ou tempestade os alcançaria, e que não seria sinônimo de renovação.

Dizem que as águias buscam altas montanhas para renovação. De que necessitam nossos alunos para que abandonem a tradicional repetição de idéias, os verbetes, os medos, a visualização das impossibilidades , tantas vezes apresentadas e quase nunca diminuídas, diluídas em conteúdos menos complexos e mais significativos?

Como transformar o lápis, borracha e papel por eles transportados diariamente em instrumentos capazes de registrar momentos indescritíveis; colher fatos do cotidiano, não somente para os analisar e interpretar, antes visualizá-los como elementos de uma grande receita que tem como ingredientes pessoas , seres repletos de singularidades?

Identidade.

Busca , registro, confrontos e a certeza de que ser jovem, adolescente, é ser realmente diferente. É ter na mente o que tantos adultos já deixaram escapar por entre os dedos em certo trecho do caminho. É ver e sentir o mundo com o coração, olhos de pássaro que não teme o beiral, porque sabe que cedo ou tarde terá que contemplar o horizonte. Voar, tantas vezes, sozinho em busca daquilo que tantos de nós já buscamos um dia: realização.

Talvez este seja o maior problema: como encarar um horizonte em que tantos pássaros alcançam e não retornam para dividir as experiências; que as vezes até voltam, mas com suas penas caídas, corpo e almas despedaçados...

Bom saber que ainda existem professores que utilizam além do lápis, papel e borracha, os olhos, a alma e o coração no momento do aprendizado. Que permitem a seus alunos contemplar , bem de perto, o horizonte e os apresenta àqueles que um dia também passaram pelos bancos escolares, cultivaram sonhos , desejaram receber ensinamentos capazes de os conduzir a altas montanhas. E conseguiram.

Que a prática didática experimentada e vivenciada por alunos de tão difícil época, dado as constantes mudanças e inovações, em que família não é mais sinônimo de estabilidade e que a escola tantas vezes torna-se o único elo que os une a uma sociedade fragmentada esteja voltada não somente a repasse de informações antes, seja instrumento capaz de renovação.

Que ler e escrever não seja apenas direcionado ao aprendizado de palavras desenhadas nos livros, nas apostilas, nos romances. Que desde cedo compreendam que melhor que ler as palavras é ler as entrelinhas. Que se tornem lápis capaz de registrar o momento; tenham alma de borracha, para apagar as diferenças e que suas vidas sejam como folha em branco para registrar histórias de homens que aprenderam desde cedo a ser agentes transformadores.

sábado, 8 de agosto de 2009

Pai


Por ser especial o momento
fui ao jardim
floricultura
praças por onde caminharam seus pés
lembrei-me de sua alegria
simpatia
revi alguns de seus amigos
mas
não achei flor de aroma
cor
textura
capaz de ofertar a ti.
Por um momento
senti falta de seu sorriso
dos nossos bate-papos
do
incentivo e conselhos.
Abri bem os olhos
para não
sofrer
v i s u a l i z a r
o dia de sua partida
embora fosse manhã de domingo
dia de sol
nem primavera
nem verão
uma estação apenas
que vem e vai
como ondas na areia..
Retomo as rédeas da vida
reescrevo as páginas deixadas em branco
e
descubro que pessoas
se vão
mas pai é eterno
étereo
ser que que o tempo não apaga
da memoria
é anjo que sussura
em datas especias como esta
suave melodia.
Pai,
que sejam alvos seus dias
estreladas suas noites
perfumadas suas manhãs.
.

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Quem sou eu

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Sou um ponto Elemento visual real tantas vezes pequeno em relação a um plano maior. Um ponto que penetra espaços vazios de sentimentos emoções. Sozinha Sou apenas um ponto mas que ao aglutinar-me viajo no universos das possibilidades fusão do verbal com o visual na complexa sintaxe da vida.